Quem é o João Gamboa?


Isto é sobre mim.
Na procura constante de me compreender.


Vamos começar por falar sobre os meus valores

Sou uma pessoa extrovertida, ambiciosa e que procura trazer valor em tudo o que participa. Acredito ser alguém com sentido de urgência, proativo e que considera que a meritocracia é fundamental. Os meus sonhos passam por ser pai e por ter uma empresa que acrescente valor à sociedade. Sou alguém que gosta de estar próximo de conhecimento novo e rodeado de pessoas que sabem mais do que eu. A perspetiva preocupa-me, a excelência fascina-me, e colocar-me na visão do outro é o meu mantra. Adoro aprender com os meus erros e com os dos outros (aprendizagem validada).


Agora falar sobre as minhas crenças

Acredito que todos temos uma missão que deve definir o rumo das nossas vidas. Considero que quem se esforça, na maioria das vezes, vai tirar o sumo do que cultivou, isto para trabalho, relações ou para qualquer coisa na vida. Além disso, as pessoas são a chave para os resultados, quer bons quer maus, toda a atividade lhes pertence.


Quanto à minha história, é bastante simples, nunca me faltou nada

Tive sempre tudo, os meus pais nunca me deixaram faltar nada. Família sempre presente, alguns amigos, namorada desde muito cedo. Estudei na Guarda, notas à volta do 16 e no meu 10º ano já sabia que queria fazer Eng. Mecânica.

Acabei por entrar em Aveiro confortavelmente e com muito boas condições. Licenciatura com média de 12, mas honestamente não me fez diferença, foram os meus projetos extracurriculares que me fizeram crescer. Tive 17 de média no mestrado, aqui já me apliquei mais e dei um shift gigantesco no meu 4º ano de faculdade, quando começo a adorar discussões de negócios e a ter a mentalidade de builder. Quanto aos projetos foram vários, aqui deixo o meu portfólio de faculdade https://joao-gamboa.github.io/.

Dos marcos mais pesados da minha vida foi a minha tese. Foi onde eu disse “sou um gajo de coisas simples, o melhor chega”. Na primeira reunião da tese eu disse ao meu professor que não estava para tirar nem 14 nem 15 nem 17 nem 18. “Menos de 20 é nega”. Dito e feito. Acho que foi um 20 merecido. Foi a primeira vez que vi a minha mãe chorar de alegria. Naqueles 20 segundos de aplausos intensos senti uma onda de emoções, começou com um sentimento de felicidade gigantesco seguido de um “e agora?”.

No dia a seguir já estava na Vulkan oficialmente. Já tínhamos fechado o primeiro cliente há 4 meses e agora era fazer o que não sabia: definição do problema, gtm, vendas, entrega de valor, tudo. Fazer a Vulkan foi a experiência que mais me fez crescer até agora, de longe. Embora não tenha corrido como queria é algo que me deixa extremamente orgulhoso, na medida em que me provei a mim mesmo que sou capaz de trazer valor, mesmo que seja noutros países.


Quanto aos meus medos

O meu maior medo é o mais certo: a morte. Depois, a falta de sucesso porque isso pode um dia condicionar as experiências que quero dar à minha família.


A minha missão

Ainda não a compreendi completamente. Sei que passa por criar valor para a sociedade e melhorar o nosso dia a dia. Em que área? Ainda não sei.

Quero ter impacto positivo e trazer valor para cima da mesa.


Hoje gostava de saber o futuro, para poder escrever mais e melhor.